domingo, 19 de maio de 2013

TODO MUNDO PODE TER IDEIAS GENIAIS! SAIBA COMO APRIMORAR A CRIATIVIDADE



Grandes gênios de todos os tempos sempre se destacaram pela criatividade. A capacidade de chegar a respostas inovadoras para velhos problemas não é um dom que recebemos ao nascer, mas uma habilidade que pode ser aprimorada dia a dia. "Todos nascemos criativos. É justamente a capacidade de inovar, de ir além, que faz com que o ser humano não seja um mero executor de tarefas e nos diferencia de um robô", aponta Solange Machado, professora do curso de Inovação da HSM Educação, em São Paulo. 

A criatividade está relacionada à simplicidade e, muitas vezes, as soluções para problemas aparentemente difíceis estão mais próximas do que imaginamos. "Criatividade não tem nada a ver com inteligência. Todos nós somos potencialmente criativos, mas há formas de estimular e aperfeiçoar essa habilidade", garante Ana Lucia Pita, professora do curso de Criatividade e Inovação do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. 


Com a ajuda de especialistas, listamos 20 dicas para ajudar a estimular criatividade a partir de mudanças de hábitos, pensamentos e ações. 

1) Seja bem-humorado

"Você nunca ouvirá que alguém teve uma grande ideia de mau humor", garante o empresário Roberto Menna Barreto, autor do livro "Criatividade no Trabalho e na Vida" (Summus Editorial). Ele explica que bom humor não significa achar tudo maravilhoso sempre, mas encarar as situações de maneira leve e estar de bem consigo mesmo. 

2) Aprenda a observar

"É preciso olhar o mundo sem preconceito para enxergá-lo como de fato é, e não como achamos que deveria ser", declara Ana Lucia. Assim, fica mais fácil perceber quais as necessidades reais das pessoas e o que é preciso fazer para inovar.

3) Leia livros diferentes, que não pertençam à sua área de atuação profissional

"Muitas criações estão atreladas à conexão de conhecimentos que estabelecemos entre assuntos distintos", explica o coach Douglas de Matteu, presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de Marketing. 

4) Agite a sua vida social

Pessoas criativas estão sempre conhecendo gente nova. Isso possibilita não só aumentar as chances de aprendizado, mas diversificar os seus interesses.

5) Mantenha o foco

Ao se deparar com um problema ou oportunidade que exige uma solução criativa, concentre-se nisso. "Assim, preparamos nossa mente para romper com a realidade existente e nos abrimos para perceber possibilidades e conexões que normalmente não enxergamos", atesta Ana Lucia. 

6) Não tenha medo de errar

"O principal bloqueio à criatividade é o temor de fazer algo que será criticado ou ridicularizado", diz o consultor Sergio Navega, autor de "Pensamento Crítico e Argumentação Sólida" (Publicações Intelliwise). 

7) Insista 

Na fase chamada de esquentamento da ideia, é preciso fazer todo tipo de pergunta para estudar a viabilidade da inovação, sem submeter os conceitos a um senso crítico muito elevado. "Falar besteira faz parte do processo de criar um novo ponto de vista", diz Barreto. Assim, dê asas à imaginação e vá até o fim do ciclo de pensamento. Deixe para analisar só depois de explorar todas as possibilidades.

8) Faça pausas

"Quando passamos muito tempo observando um único ponto, nosso olhar cansa e deixamos de enxergar qualquer possibilidade de solução", afirma Regina Lara Silveira Mello, artista plástica e doutora em Criatividade pelo Mackenzie. Segundo ela, intervalos arejam a cabeça e permitem retomar a resolução do problema mais relaxadamente, portanto com mais clareza para identificar erros e propor acertos. 

9) Quanto mais cultura, melhor

Viaje, visite lugares diferentes, escute músicas, compartilhe ideias, leia, assista a filmes. "Todas estas atividades desenvolvem as habilidades de pensar de um jeito diferente do convencional", indica de Matteu.

10) Descanse

"O lazer e a calma criam o contexto em que as ideias conseguem se encontrar no cérebro, possibilitando novas conexões e concepções", explica Solange. O ideal é buscar prazer num hobby, numa atividade física ou num encontro com uma pessoa extremamente agradável. 

11) Carregue sempre um bloco de anotações

Assim, quando tiver alguma ideia interessante, poderá anotá-la para tentar desenvolver mais tarde. 

12) Duvide com mais frequência

Não acredite em 100% do que lhe é exposto. Ao questionar as verdades tidas como absolutas, você se estimula a enxergar as coisas de uma maneira diferente. Então, tente ser mais curioso e perca o medo de perguntar. 

13) Valorize-se

Não encoraje sentimentos como insegurança, vergonha, culpa, ressentimento e inveja. "Quem alimenta sentimentos como esses, perde a espontaneidade. E a criatividade é um subproduto da espontaneidade", garante Barreto. 

14) Abra mão de tanta lógica

Não tente encontrar sentido em tudo, já que o pensamento racional e técnico não ajuda a criar. Quem se apega demais a isso, corre o risco de ser taxado de quadrado ou careta. 

15) Descubra no que você é bom

"É mais fácil criar quando estamos utilizando nossos talentos e quando fazemos algo de que gostamos", declara de Matteu.

16) Treine o seu lado rebelde internamente, ao invés de publicamente

Pergunte-se o que aconteceria se você se comportasse de forma diferente da que vem agindo, focando mais em como se sentiria em cada situação e menos nas consequências. 

17) Aprenda a curtir os desafios

Quando um problema cair no seu colo, não reclame; enxergue como uma oportunidade para estimular a criatividade. Se feito com frequência, isso se torna um padrão de pensamento. 

18) Criatividade não combina com estresse

Para criar algo, é preciso um problema, mas isso não pode levá-lo ao desgaste. Se a pressão da situação faz você se sentir ameaçado, pare, acalme-se e só depois retome o desafio. 

19) Desapegue da tecnologia

"Computadores e smartphones consomem toda a energia de atenção do nosso cérebro, em geral, com estímulos fúteis, impedindo que a nossa mente entre nesses estados criativos", alerta o consultor Sergio Navega. Tente aproveitar pelo menos algumas pausas longe das redes sociais. 

20) Inspire-se em alguém

Reconheça, entre seus amigos e colegas de trabalho, aqueles que são naturalmente criativos e, da próxima vez que estiver diante de um desafio, tente imaginar como aquela pessoa resolveria a questão. "Esse exercício de se colocar no lugar do outro, por si só, já favorece o aparecimento de alguma ideia interessante. A criação será sua, você terá apenas copiado a postura mental daquela pessoa", finaliza Navega.

Fonte: Mulher

sábado, 18 de maio de 2013

RESSACA: NÃO CAIA NESSA ARMADILHA! SE NÃO DER SE LIGUE NESSAS DICAS



Beber demais não é saudável nem elegante. Mas se acontecer de você sair da linha é bom saber: não há uma solução capaz de eliminar o álcool do organismo de uma vez só, evitando os sintomas pós-noitada. As receitinhas populares podem aliviar o enjoo e a dor de cabeça, mas a nutróloga Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro, e os hepatologistas Mônica Viana e Tércio Genzini, ambos de São Paulo, avisam: nem todas funcionam.

Por que faz mal beber de estômago vazio?
Sem outro alimento no estômago para digerir, o organismo absorve a bebida rapidamente, fazendo com que você sinta os efeitos do álcool logo nos primeiros goles. Então, sempre coma algo leve antes de beber e, se possível, durante. Mas evite petiscos picantes junto com a bebida, pois a pimenta irrita a mucosa do estômago piorando um sintoma comum quando você exagera no número de drinques: a gastrite do dia seguinte.

Tomar uma colher de azeite antes e depois de beber ameniza a ressaca?
Sim, especialmente o azeite extravirgem. Rico em ácidos graxos essenciais, ele protege o fígado dos efeitos danosos do álcool, além de forrar a mucosa do estômago, reduzindo a absorção da bebida. Outros óleos com esse potencial: coco, macadâmia e abacate.

Por que devo tomar água junto com a bebida?
A água dilui a concentração de álcool, amenizando seu poder de desidratar o organismo. O ideal é intercalar a bebida com goles de água, consumindo pelo menos um copo.

Bebidas alcoólicas de boa qualidade não dão ressaca?
As bebidas de qualidade inferior tendem a ter muito corante ou ingredientes que potencializam o efeito do álcool, intensificando os sintomas da ressaca: dor de cabeça, enjoo, confusão mental... Mas, pior que uma bebida ruim é exagerar na dose, ultrapassando a quantidade de álcool que o fígado é capaz de processar.

Remédios antiressaca funcionam?
Eles podem aliviar o enjoo ou a dor de cabeça. Mas não são capazes de acelerar o processo do fígado para eliminar as toxinas do álcool.

Café ou banho frio cortam os efeitos do álcool?
São estratégias que estimulam o sistema nervoso central, reduzindo sutilmente a sensação de moleza e cansaço. O café também ajuda a reorganizar a confusão mental provocada pela bebida.

Misturar bebida faz diferença?
Sim, quanto mais tipos de bebida você misturar, pior será a ressaca. Evite esse tipo de alquimia principalmente com os destilados (uísque, cachaça, vodca), que têm um teor alcoólico alto.

Beber mais uma dose pela manhã cura ressaca?
A ressaca é sinal de que o fígado não está dando conta da bebida consumida na noite anterior. Beber mais só vai piorar a situação.

Por que às vezes fico mal mesmo bebendo pouco?
As mulheres são pouco resistentes ao álcool (bem menos que os homens). Na TPM, por causa das alterações hormonais, esse limite é ainda menor e você não precisa chegar até o fim do primeiro copo para sentir os efeitos da bebida.

No dia seguinte, devo comer pouco?
Depois de abusar da bebida, é importante desintoxicar o organismo com uma dieta leve, à base de verduras, legumes e, especialmente, frutas. A frutose acelera a metabolização do álcool e a eliminação das toxinas. Também é bom beber bastante água, água de coco, chá e suco. 

Fazer exercício alivia a moleza pós-noitada?
Mexer o corpo aumenta a circulação, acelerando a eliminação das toxinas do álcool. Mas pegue leve na intensidade para não ficar ainda mais desidratada, e beba bastante líquido.

Fonte: Boa Forma

sexta-feira, 17 de maio de 2013

CONHEÇA A MALHAÇÃO ÍNTIMA QUE FORTALECE A REGIÃO PÉLVICA



Levantar os braços e acenar animadamente pode ser um problema para mulheres a partir dos 35 anos. A musculatura interna do braço balança sem constrangimento, lembrando-nos de que, com a idade, os músculos perdem firmeza. Com o tempo, as fibras de sustentação vão cedendo, ficam menos rijas, com capacidade de contração reduzida. Isso ocorre também com a musculatura genital. “A flacidez nessa região é um processo fisiológico que faz parte do envelhecimento do corpo. Ou seja, vai acontecer com todas as mulheres em diferentes proporções. A intensidade varia de acordo com o número de partos, o tamanho dos bebês que nasceram de parto normal, os níveis hormonais e até mesmo a consciência corporal que a mulher tem para utilizar, a seu favor, a musculatura genital”, explica Carolina Ambrogini, ginecologista e sexóloga do Projeto Afrodite, da Unifesp, em São Paulo. O projeto é pioneiro no Brasil e atende mulheres com dificuldades sexuais em três frentes: ginecológica, psicológica e fisiológica, por meio da fisioterapia uroginecológica – nome da especialidade que estuda, formula e monitora exercícios e práticas para fortalecer a musculatura genital. “Os primeiros exercícios foram desenvolvidos pelo médico americano Arnold Kegel, em 1948, para tratar pacientes com incontinência urinária, já que existe uma relação clara com a fraqueza da musculatura perineal. “No entanto, esse médico observou que as sessões, além de tratar a perda involuntária de urina, melhoravam também a vida sexual feminina ao aumentar a capacidade de lubrificação e tornar o orgasmo mais fácil”, explica Melissa Medeiros Braz, fisioterapeuta especializada em saúde da mulher, professora da Universidade Federal de Santa Maria (RS) e coautora de um trabalho acadêmico sobre o assunto.

Foram necessários meio século e muita comprovação científica para que a fisioterapia entrasse na seara da sexualidade como mais uma ferramenta para favorecer o prazer. “É quase como uma segunda revolução sexual. A primeira foi sociocultural, com os jovens clamando por liberdade no comportamento sexual. Essa segunda revolução é mais funcional, focada no autoconhecimento e no desejo de potencializar as possibilidades de prazer”, comenta Gustavo Fernando Sutter de La Torre, fisioterapeuta especializado em ginecologia, de Florianópolis. “É a chave da feminilidade”, acredita Mirian Kracochansky, fisioterapeuta com doutorado em urogeriatria, de São Paulo. “Barriga tanquinho não segura ninguém. Já esse trabalho pélvico melhora muito a vida sexual do casal.”

As sessões
O assoalho pélvico, ponto trabalhado com especial dedicação durante a fisioterapia, é um complexo de músculos e ligamentos que se estende do início da vulva ao cóccix e circunda o canal vaginal, a uretra, o clitóris e o ânus. Os exercícios são direcionados principalmente para o músculo da parede vaginal, mas também para outros próximos ao clitóris. As sessões são baseadas em exercícios de contração e relaxamento dos músculos genitais, com graus de dificuldade ou intensidade aumentados a cada etapa do tratamento. O movimento básico é aquele de segurar o xixi, contraindo a musculatura perineal. Depois, acessórios ou aparelhos entram em cena para aprimorar a terapia. Um exemplo são os pequenos cones, com pesos diferentes, inseridos no canal vaginal – para conseguir segurá- los lá dentro, é preciso se concentrar e promover uma musculação interna. As posturas durante os exercícios também mudam, para dificultar. Deve-se começar deitada ou sentada, depois fica-se de pé, caminhando, subindo e descendo escadas, ou até mesmo na piscina, sempre exercitando a respiração e a consciência corporal. Tente: pare de ler agora e contraia o assoalho pélvico. Essa solicitação, inicialmente simples, confunde a maioria das mulheres. A pesquisadora norueguesa Kari Bo, especializada na reabilitação dos músculos pélvicos, afirma que apenas 30% das mulheres atendem corretamente ao pedido. O restante contrai o abdome, o glúteo, qualquer outra região, menos a indicada, o que demonstra pouca familiaridade com essa parte do corpo e o pouco uso dela para alcançar o orgasmo.

Além dos cones, há alguns aparelhos que medem a força perineal ou enviam ondas elétricas para a área genital com o objetivo de despertar a musculatura e, aos poucos, torná-la mais sensível. “Os exercícios que fortalecem essa musculatura deveriam ser ensinados por todos os ginecologistas para todas as suas pacientes. Não há idade específica para praticá-los e podem ser feitos de forma preventiva por qualquer mulher, mesmo as jovens”, recomenda Carolina Ambrogini.

Força interior
A diferença entre um músculo flácido e outro trabalhado com fisioterapia genital é percebida claramente durante a relação sexual. “A musculatura do assoalho pélvico, quando tonificada, torna-se mais vascularizada, enervada, muito sensível ao toque e propensa ao prazer. Ela também poderá dar respostas sexuais mais rápidas, fazendo contrações mais intensas durante a penetração e, assim, facilitando a conquista do orgasmo, tanto da mulher quanto do homem”, explica Maria Angélica Alcides, fisioterapeuta especializada em saúde da mulher e coordenadora de fisioterapia no Projeto Afrodite. Melissa Braz acrescenta: “A contração eficiente dessa musculatura torna a parede vaginal ‘mais apertada’, capaz de prender e pressionar o pênis e, principalmente, aumentando o atrito entre ele e a vagina durante o ato. O clitóris também passa a ser mais estimulado”. Há também o trabalho de fisioterapia específico para mulheres que não precisam enrijecer o assoalho pélvico, e sim relaxá-lo, desfazer tensões ou nódulos. O objetivo, aqui, é tratar o vaginismo e eliminar a dor durante a penetração.

Para fazer em casa

A fisioterapeuta Melissa Braz indica três exercícios que podem ser feitos para o início de um trabalho de fortalecimento pélvico

1. Contração perineal lenta
Sente-se bem acomodada sobre os ísquios (ossinhos da região glútea), com as costas eretas e apoiadas, os joelhos flexionados e os pés no chão. Inspire pelo nariz e, durante a expiração, contraia os músculos perineais como se estivesse interrompendo o jato urinário, tentando permanecer com a contração durante toda a expiração. É importante não trancar o ar e não contrair o bumbum nem as coxas, isolando somente a musculatura perineal. Pode-se iniciar com contrações de três segundos.

2. Contração perineal rápida
Na posição que desejar, faça dez contrações rápidas da região perineal, de cerca de um segundo cada uma. depois, repouse o dobro do tempo. Esse exercício aumenta a lubrificação vaginal e pode ser feito no início do ato sexual, com essa finalidade, ou durante a penetração.

3. Báscula pélvica
Levante-se, deixe os joelhos levemente dobrados e coloque as mãos na cintura. inspire, puxando o ar pelo nariz, e faça o movimento de projetar a pelve para a frente, como se quisesse esconder o bumbum. ao expirar, soltando o ar pela boca, leve a pelve para trás, “arrebitando” os glúteos.
Elas contam

“Eu não conseguia ter prazer. Isso fez com que eu me desinteressasse pelo sexo. Então, conversando com minha ginecologista, resolvi tentar a fisioterapia. No começo, me sentia sem graça com os exercícios no consultório, mas depois fui me acostumando. O resultado é nítido. Hoje conheço bem o meu corpo. Chego ao orgasmo com o meu marido e sozinha também.”
DINARTE MATOS, 46 ANOS, DONA DE CASA, CASADA

“Depois do primeiro parto, perdi todo o interesse por sexo. Sentia dor. Procurei uma fisioterapia e descobri que havia uma razão psicológica: eu tinha sofrido um aborto pouco antes e ‘fechava’ a musculatura como reação inconsciente. Com os exercícios, me soltei e aprendi a trabalhar o assoalho pélvico. Agora, no segundo casamento, voltei a procurar a fisioterapia após ter outro filho. Não tive mais dor e meu desejo se mantém aceso. Hoje sou praticamente uma gueixa.”
H. I., 35 ANOS, PROFESSORA, CASADA

Fonte: Claudia

quinta-feira, 16 de maio de 2013

TÉCNICAS DE RELAXAMENTO PARA DRIBLAR A ANSIEDADE DURANTE A GRAVIDEZ



A expectativa que envolve as últimas semanas de gestação é grande mas, dá para driblá-la com alguns truques de relaxamento. Aprenda a curtir o final da gestação com mais leveza

Semana a semana você acompanhou sua barriga crescer, sentiu o bebê mexer dentro dela, observou o seu desenvolvimento através de ultrassonografias e preparou cada detalhe para a sua chegada. Mas, então, você se encontra nas últimas semanas da gestação e parece que o tempo parou de vez, não é mesmo?É muito comum sentir-se ansiosa nesse período. Você não vê a hora de conhecer o rostinho do ser que você amou desde o primeiro momento em que descobriu que estava grávida. Além disso, tem todo o desconforto do barrigão que já não te deixa encontrar posições na hora de dormir, sem contar o nervosismo por não saber ao certo quando e como será o parto. Por isso, selecionamos 10 dicas especiais para você relaxar e curtir esse finalzinho de gestação de uma maneira gostosa e divertida.


1- Presenteie-se com uma massagem


Que tal uma bela massagem relaxante? “A drenagem linfática contribui para a eliminação do excesso de líquidos e toxinas pela urina, além de aliviar tensões, dores musculares, inchaços e aumentar a imunidade da grávida”, afirma a fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher Polyana Martucci Mayer, de São Paulo. As pressões suaves feitas durante a massagem ajudarão a eliminar o excesso de líquido e, de quebra, dar uma boa relaxada. Mas não se esqueça de perguntar ao seu médico se você está liberada para fazer a drenagem linfática.


2- Escreva uma carta para o seu bebê


Esta é uma deliciosa forma de mandar embora a ansiedade por conhecer logo o seu filho. Sente-se tranquila e deixe a emoção vir à tona. Escreva sobre como você está se sentindo, sobre como ele foi planejado e como é desejado por você. Aos poucos, você vai se conectando com seu filho e deixará registrada uma carta muito especial que poderá ser lida para ele, anos mais tarde.


3- Namore bastante


Ok, você está se sentindo enorme, inchada e cansada. Mas estes não são motivos para deixar de namorar o seu companheiro. O momento é único, você está gerando uma vida, algo que só uma mulher pode fazer, então, sinta-se poderosa e ainda mais feminina. E se você acha que a barriga impede a curtição, saiba que existem muitas posições prazerosas e confortáveis. O sexo está proibido nesse final de gestação? Não tem problema! Beijar e acariciar é uma delícia, e vai te deixar relaxada e muito feliz.


4- Divirta-se com filmes


Rir é relaxante, então, que tal ir à locadora para alugar algumas comédias? Pegar um cineminha também pode ser um programa bem interessante para desestressar.  E, se você já tiver entrado de licença-maternidade, pode aproveitar as sessões exibidas no período da tarde que são bem mais tranquilas. Aliás, nesses horários, existe o Cinematerna, onde você encontra mães com seus bebezinhos e fica ainda mais inspirada com a maternidade.


5- Faça um check list


O que ainda falta fazer para a chegada do bebê? Prepare uma lista com tudo o que você acha que seja fundamental estar pronto antes dele nascer. Roupinhas lavadas, quarto montado, cadeirinha para o carro, mala da maternidade, lembrancinhas, enfeite de porta, fraldas... ufa! É mesmo muita coisa e só com uma listinha mesmo para darmos conta de não esquecer nada.


6- Crie uma cápsula do tempo


Escolha uma caixa bem bonita – de preferência que possa ser trancada – e guarde lá coisas que lhe tragam boas memórias sobre a sua gravidez. Pode colocar um CD com as músicas que você tem ouvido, pedaços de jornais e revistas desse período, fotos marcantes, impressões de coisas que você postou na internet – em seu blog ou rede social – ou que alguém tenha escrito para você e não se esqueça do exame de gravidez com aquele lindo resultado positivo. Também é legal deixar lá alguns objetos que possam ter marcado esses meses de gestação ou, até mesmo, algumas notas e moedas para que, daqui há 10 anos, quando você e seu filho forem abri-la, vejam como as coisas mudaram nesses anos que se passaram. É muito importante guarda-la em um local bastante seguro para só abri-la na data planejada. Será emocionante rever esses itens depois de tanto tempo.


7- Leia um bom livro


Depois que o bebê nascer você vai passar uns alguns dias tentando se adaptar à nova rotina, acordando à noite para amamentar e correndo para dar conta de tudo. Ter a oportunidade de ler um livro novamente poderá demorar um pouco. Então, aproveite estas últimas semanas para se dedicar a um livro e povoar a cabeça com boas ideias.


8- Faça um book


Guarde como recordação um book com fotos lindas do seu barrigão. Pode acreditar, depois do parto, você sentirá falta dele e de como conseguia sentir seu bebê se mexer lá dentro. Vale pedir a ajuda do marido ou de uma amiga, se não tiver condições de pagar um profissional para fazer os registros.


9- Planeje o pós-parto


O pós-parto é um momento de adaptação e muito emoção. Ninguém costuma pensar nisso, mas planejá-lo pode ser fundamental para que ele transcorra sem estresse. Faça uma lista com orientações sobre quem e a partir de quando poderá visitá-la e de que forma avisá-los. Sugira quem você gostaria que ficasse ao seu lado para ajudar com as tarefas. Cozinhar nos primeiros dias com o bebê em casa é um grande desafio, então, deixe alguns pratos congelados no freezer para facilitar a sua vida.


10- Saia para caminhar


Caminhe sem pressa, curta a paisagem e respire tranquilamente.  Aproveite e convide seu companheiro para ir junto e faça um romântico passeio de mãos dadas. A feira de sempre, a praia, ou até mesmo as ruas do bairro podem ser algumas paradas bem agradáveis. Compre algumas frutinhas e aproveite para comer um pastel com caldo de cana geladinho. Hum...Exercícios moderados são ótimos para gestantes e, na reta final – após 37 semanas – , podem ajudá-la a entrar em trabalho de parto.

Fonte: Bebê

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A FISIOTERAPIA É UM DOS TRATAMENTOS PARA AS DISFUNÇÕES ANORRETAIS



Fazendo parte do complexo do assoalho pélvico, o esfíncter anal é uma estrutura fundamental para manter a continência fecal juntamente com a motilidade do cólon, volume e consistência das fezes, função de reservatório do reto e tecido perivascular da mucosa anal. O esfíncter anal é dividido em esfíncter anal interno (formado por musculatura lisa e fornece a continência de repouso) e esfíncter anal externo (formado por músculo estriado e é responsável pelas funções motoras e sensoriais).

As disfunções anorretais podem ser decorrentes de problemas na musculatura estriada, no ângulo ano-retal e na inervação sacral. E as mais comuns são:

Incontinência fecal
Excreção involuntária de resíduos em momento ou lugar inapropriado. É mais comum em mulheres que tiveram partos vaginais e após procedimentos cirúrgicos e traumas sexuais. O sintoma mais comum denomina-se soiling que é a mancha de fezes nas roupas íntimas.

Encoprese
Incontinência fecal noturna.

Anismo
Contração paradoxal do músculo puborretal.

Algias anorretais, dentre elas
Proctalgia Fugaz (espasmo do músculo levantador do ânus sem causa definida).

Constipação intestinal
Sintoma complexo e multifatorial, utilizado para descrever uma evacuação não satisfatória, difícil ou infrequente ou ambas. O esforço evacuatório contínuo pode acarretar danos ao nervo pudendo que é responsável pela inervação do assoalho pélvico.

Descenso perineal
Falência do assoalho pélvico.

Prolapsos 
Deslocamento dos órgãos de suas posições anatômicas.

A fisioterapia melhora a qualidade de vida dos pacientes que apresentam disfunções anorretais através de técnicas, tais como: eletroneuroestimulação, biofeedback, treinamento dos músculos do assoalho pélvico, treinamento retal com balão, massagem em assoalho pélvico e modificação comportamental. Converse com seu médico sobre as opções de tratamento!

terça-feira, 14 de maio de 2013

A MÚSICA PODE SER UMA BOA COMPANHIA A QUALQUER MOMENTO!



Seu som preferido é ótima companhia para todas as situações, das felizes àquelas que deixam você tensa, nervosa. Há até quem ache que é melhor do que fazer sexo! Aprenda a tirar partido dele!

Colaborar com a dieta
Naquele momento de ansiedade, esgotamento ou tédio no trabalho, troque a comida ou o cigarro pelo seu fone de ouvido e aperte o play para um som de que goste. A música estimula a liberação de dopamina, neurotransmissor que atua no cérebro da mesma maneira que o sexo, as drogas e a comida: fazendo você sentir prazer.

Embalar o sexo
Mesmo que você não esteja pensando naquilo, ouvir uma trilha sonora sexy (o que varia de um gosto para o outro...) é mais eficiente para esquentar o clima a dois do que o toque, de acordo com um estudo britânico recente. Na pesquisa, 40% dos participantes confirmaram isso.

Afastar o medo
Antes de uma prova, uma cirurgia ou uma viagem de avião (se você não curte voar), ouvir uma música relaxante tem o poder de neutralizar sensações ruins, acalmar a ansiedade e estimular pensamentos positivos.

Fonte: MdeMulher

segunda-feira, 13 de maio de 2013

ATENÇÃO! A OMS BAIXA A QUANTIDADE DE SAL INGERIDA PELAS CRIANÇAS


Quantidade de sal no prato das crianças deve ser menor! A Organização Mundial da Saúde limitou a quantidade de sódio para as crianças para evitar problemas futuros.

É comum ouvir por aí que as crianças estão cada vez mais parecidas com os adultos. E pode ter certeza de que, quando se trata de saúde, há um fundo de verdade no comentário. Já passou a época em que a hipertensão, por exemplo, era exclusividade de gente mais velha. A partir do momento em que os alimentos industrializados e ricos em sódio se popularizaram na mesa da meninada, até a pressão alta se tornou cada vez mais precoce. Não por menos esse hábito alimentar chamou a atenção da Organização Mundial da Saúde (OMS), que está preocupada com os casos de pressão nas alturas na infância. 

Em relatório recém-divulgado, a entidade alerta para o distúrbio que tem enorme probabilidade de se perpetuar na vida adulta. E é aí que entra o sódio, um dos principais responsáveis pela elevação permanente da pressão arterial. O mineral, que estende o prazo de validade dos alimentos, está presente na maioria dos produtos consumidos (e adorados) pelas crianças, como bolachas recheadas, pães, comidas de fastfood e, óbvio, nos célebres salgadinhos, que não receberam esse apelido à toa. 

A OMS passa a recomendar uma ingestão de menos de 2 gramas de sódio por dia para meninos e meninas entre 2 e 15 anos. Para ter uma ideia, um único lanche com hambúrguer, queijo, catchup, maionese mais um copo de refrigerante chegam muito perto dessa cota diária. 

A Sociedade Brasileira de Cardiologia estima que entre 6 e 8% das crianças brasileiras já são hipertensas. A questão é que muitas delas — e, claro, seus pais — ignoram o problema. "Ele é o famoso assassino silencioso. Uma minoria dos pacientes apresenta sintomas, seja criança, seja adulto", afirma o nefrologista Dante Giorgi, do Instituto do Coração de São Paulo. 

A enxurrada de guloseimas e junk food abre caminho para a hipertensão primária, aquela que não tem uma razão específica e, há algumas décadas, era rara entre agarotada. Isso porque o tipo mais comum da doença ainda é a secundária, fruto de distúrbios renais, disfunções hormonais...Quando o pediatra desconfia que o paciente tem um desses distúrbios, ele não hesita em aferir a pressão a cada consulta. Mas tende a ignorar o exame quando a criança parece esbanjar saúde — isto é, quando a hipertensão é primária. 

"A partir dos 3 anos, a pressão deveria ser medida em todas as visitas ao médico, da mesma forma que a temperatura, a altura e o peso", opina o pediatra João Tomás Carvalhaes, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Mas isso ainda não é comum", lamenta informar. "Nas faculdades, a medição da pressão na infância ainda não é enfatizada com a devida grandeza", nota Carvalhaes. 

Não bastasse o perigo do sódio, a herança genética é fator determinante nessa história. "Estima-se que 50% das crianças com hipertensão primária têm antecedentes familiares de pressão alta", calcula a nefrologista Maria Cristina de Andrade, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. 

Mas é a obesidade, cada vez mais comum na infância, que tem dado o empurrão para o problema aparecer antes da hora. Entre os gordinhos, o risco de hipertensão é oito vezes maior. "O aumento no índice de massa corporal (IMC) tende a ser acompanhado pela elevação gradual da pressão. Quanto mais tempo a criança ou o adolescente permanecer acima do peso, maior é a probabilidade de virar hipertensa pra valer e de apresentar doenças cardiovasculares no início da fase adulta", diz a nutricionista Aline Maria Pereira, da Unifesp. 

A solução para prevenir ou contra-atacar tanto o ganho de peso como a pressão nas alturas não tem muito segredo: é manter, desde pequeno, hábitos saudáveis. Os cuidados, aliás, começam na amamentação. "Alimentar-se exclusivamente com o leite materno até os 6 meses já diminui o risco", esclarece Maria Cristina. Após o período de aleitamento, vem a preocupação com refeições nutritivas e, claro, sem excesso de sódio. O conselho é dar preferência a alimentos não industrializados, que possuem uma quantidade do mineral suficiente para as necessidades do organismo. "O ideal é que, no preparo da refeição, não se adicione nada de sal", orienta a nutricionista Regina Pereira, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. "Se a criança é acostumada a refeições salgadas, seu paladar vai se adaptar a esse padrão." 

A orientação para os pais é retardar e reduzira oferta dos industrializados à meninada, tirar o saleiro da mesa e servir de modelo. São medidas que contribuem para criar um garoto que não vai depender tanto das pitadas de sódio para sentir prazer à mesa e ter uma pressão controlada.

Fonte: Saúde