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quarta-feira, 31 de julho de 2013

CONHEÇA OS DIVERSOS TIPOS DE DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS


Quase metade de todas as mulheres sofre de algum tipo de dor na relação sexual. Existem diversos tipos de dor sexual, causadas por situações das mais distintas, mas a grande maioria tem tratamento, e até mesmo cura.

É normal que a relação sexual seja dolorosa?
No mundo todo cerca de quatro em cada dez mulheres sofre com algum tipo de dor durante a relação sexual. O termo dispareunia significa simplesmente "relação sexual dolorosa".
A dor pode acontecer após a relação, ou durante o intercurso da relação, apenas durante a penetração ou mesmo antes de a penetração acontecer.

Quais são os tipos de dor sexual?
Para algumas mulheres o problema não é constante: para elas, a maioria das relações com penetração não é dolorosa, mas a dor acaba aparecendo em uma ou outra relação isolada, com o mesmo parceiro ou não. No entanto, outras mulheres podem apresentar dor em toda e qualquer tentativa de penetração. Em certos casos a mulher sente dor sexual mesmo sem a penetração, apenas pelo estímulo da região genital.

Dispareunia: quando a mulher consegue ter relações sexuais sem dor, mas em algumas vezes a dor aparece, de maneira repetitiva. Pode haver dor no momento da penetração, durante o ato sexual ou mesmo antes de a pepetração acontecer.

Vaginismo: quando a mulher jamais conseguiu ter uma penetração sem ter dor (seja pelo pênis, por um dedo ou pelo absorvente interno), o problema é conhecido como vaginismo. Cinco em cada cem mulheres pelo mundo apresenta algum grau de vaginismo, onde nos casos mais severos a mulher não consegue ser penetrada de maneira alguma.

Disfunção sexual não-coital: quando a mulher sente dor sem a penetração, seja por um estímulo físico, como um carinho na região genital, ou a masturbação, ou mesmo por um estímulo psíquico (simplesmente de pensar ou ouvir falar em sexo).

Vulvodínia: quando há um desconforto na região vulvar (genitália externa, principalmente entre os pequenos lábios), sem que haja sinais de inflamação (vermelhidão com dor) ou de infecção (inflamação causada por microorganismo), que pode afetar 15% das mulheres.

Como é a dor sentida na relação sexual?
Há muita variação entre os casos, mas de um modo geral a dor sexual costuma se parecer com um queimor, um corte, uma agulhada, como o atrito de uma lixa, uma sensação de batida ou mesmo a sensação de rasgar. Os chamados graus de dor também variam: vão desde um leve desconforto - quase uma coceira - até uma dor insuportável. A dor sexual pode ser pontual (em apenas um local fácil de definir) ou generalizada (espalhada pela região genital, em uma área difícil de definir como apenas um ponto). Na forma pontual apenas um pequeno local é dolorido, como por exemplo o clitóris, ou então apenas os lábios vaginais, ou a entrada da vagina (linha da MAP), ou o fundo vaginal. Já a forma generalizada pode trazer dores em uma área que envolve, por exemplo, a vagina, a bexiga e o útero em conjunto, ou então toda a parte externa da região genital feminina. Esta dor que acomete apenas a região externa - ou vulvar - especialmente por dentro dos lábios menores, recebe o nome de vulvodínia.

O que pode causar dor na relação sexual?
Há uma série de fatores, internos (do próprio corpo) e externos (do meio) que podem causar dor na relação sexual.

  • Infecções vaginais: Dentre todas as causas de dor sexual secundária, a mais comum é a infecção vaginal por microorganismos, como fungos (cândida), bactérias (gardnerella) ou protozoários (trichomonas - lê-se 'tricomonas'). Infecções vaginais, especialmente na mulher sexualmente ativa, são quase tão comuns quanto resfriados, e tem tratamento simples e rápido. A característica principal (mas nem sempre presente) da infecção é o corrimento, com ou sem cor, com ou sem odor. Também pode haver coceira ou hiperemia (vermelhidão) no local.
  • Incoordenação da MAP: A musculatura do assoalho pélvico (MAP), responsável pela pressão sentida na entrada da vagina durante o ato sexual, tem papel fundamental no ato sexual. É necessário que MAP relaxe para que a penetração seja possível e prazerosa, tanto para a mulher quanto para o parceiro. No entanto algumas mulheres não conseguem relaxar a MAP, e o resultado do "aperto" excessivo ao redor do pênis é uma dor na mulher, semelhante àquela que acontece por conta da primeira relação sexual. Esse problema de incoordenação da MAP e causador de dor, é mais comum do que se imagina (afetando cerca de 15% das mulheres) e é tratado com fisioterapia.
  • Dor neurogênica (neuralgia): Dores neurálgicas são relacionadas a algum mal funcionamento da inervação. Nervos são como fios elétricos percorrendo o corpo. De fato, eles elevam esímulos elétricos do cérebro para os órgãos e músculos (por exemplo para produzir movimento), e dos órgãos e músculos para o cérebro (para que possamos perceber sensações como frio, sabor, dor, etc). Há um equilíbrio para o funcionamento dos nervos - uma quantidade certa de energia elétrica passando por eles. Quando há um caso, por exemplo, de hipersensibilidade de um determinado nervo, significa que energia demais está passando em um determinado nervo. O resultado é que o cérebro receberá a informação amplificada: o que deveria ser a sensação de um suave carinho é recebido pelo cérebro como um arranhar doloroso. Alguns casos de dor sexual, especialmente de vulvodínia, são causados por hipersensibilidade nervosa. O que deveria ser uma sensação de toque suave na região genital acaba sendo percebido como dor. Casos de dor sexual primária são, normalmente, causados por problemas neuropáticos, psicológicos ou uma associação dos dois.

Traumas físicos
Tecnicamente se usa o termo "trauma" como sinônimo de lesão, ou "machucado". Dor sexual pode ser causada por traumas físicos, como as lesões decorrentes de um parto complicado, um acidente automobilístico ou um efeito indesejado de uma cirurgia perineal. Um parto complicado, por exemplo, pode lesionar a inervação local, levando aos efeitos da dor nerugênica, descrita acima.

Traumas psicológicos
A dor sexual pode ser fruto de situações de estresse psicológico sobre a sexualidade da mulher, como por exemplo uma criação muito rígida (que proíba, por exemplo, a masturbação), abuso sexual na infância ou secundário à estupro. O fato de o estresse emocional ser inconsciente significa que, na maioria dos casos, a mulher nem mesmo desconfia da sua existência. Noutros termos, ela não lembra que, algum dia, passou por algum evento que acabou se tornando traumatizante, e tempos depois ocasionando a dor sexual. Ou, se ela lembra do evento, não consegue associá-lo à dor. É fundamental o acompanhamento do psicólogo, que investigará a existência de conflitos, as origens do problema e as possíveis soluções.

Eu tenho dor na relação sexual. O que devo fazer?
Lembre-se de que existem diversos tipos de dor na relação sexual, que podem ser causadas pelas situações mais distintas. A primeira coisa a se fazer quando se percebe alguma dor ligada à relação sexual é consultar o médico ginecologista para identificar qual o problema e o que o está causando. É o que chamamos diagnóstico. O tratamento só vai funcionar com o diagnóstico correto. De acordo com o tipo de problema, o tratamento se resume basicamente em farmacoterapia (medicamentos), psicoterapia e fisioterapia especializada.

Casos de dor psicogênica, comuns por exemplo em casos de vulvodínia, assim como os de incoordenação da MAP, comum nos casos de vaginismo, estão quase sempre associados a algum estresse emocional, quase sempre inconsciente. O psicólogo investigará eventuais conflitos e as origens do problema. Estar ciente do evento que desencadeou todo o processo de dor é o primeiro passo para entendê-lo, enfrentá-lo e assim resolvê-lo. Qualquer situação que envolva a sexualidade influencia intimamente o emocional. É fundamental que problemas de dor sexual sejam acompanhados por psicólogo.

Tratamento fisioterápico
É comum que os diferentes tipos de dor sexual tenham algum componente físico relacionado. E este componente pode e deve ser tratado com fisioterapia específica. Técnias visando a melhoria do conhecimento corporal, da consciência genital, da elasticidade da entrada do canal vaginal e da coordenação motora da MAP, são algumas das ferramentas que o fisioterapeuta especialista dispõe para o tratamento das dores relacionadas à sexualidade feminina.

Para os casos onde a dor é causada por incoordenação da MAP, a fisioterapia específica é a modalidade que mais fornece resultados. Também para os casos de dor sexual neurálgica, como na vulvodínia, técnicas fisioterápicas específicas vêm conquistando mais e mais espaço de destaque nos meios científico e clínico. A fisioterapia para as disfunções de dor sexual, hoje, fazem parte do chamado padrão áureo de tratamento deste tipo de problema, o que significa o tratamento faz parte da opção de primeira escolha para os grupos de estudo e tratamento mais importantes do mundo.

Fonte: Perineo.net

sexta-feira, 5 de julho de 2013

INVISTA NO PILATES PARA MELHORAR SEU DESEMPENHO SEXUAL


Melhora da postura, alívio de dores lombares, aumento da flexibilidade e força abdominal... estes são alguns dos benefícios mais conhecidos do Pilates. Mas  pouco se tem notícia sobre os efeitos dessa prática para o desempenho das atividades sexuais da mulher. Pensando nisso, a instrutora de Studio Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, Thaís Jacomeli, explica como é possível melhorar o prazer durante o ato sexual, proporcionando o mesmo ao parceiro, e quais técnicas podem ser usadas para isso.

Segundo a profissional, durante a aula de Pilates trabalha-se muito a musculatura do assoalho pélvico, responsável pela sustentação dos órgãos pélvicos. Alguns exercícios nesta região auxiliam diretamente no desempenho sexual da mulher, já que a irrigação sanguínea é estimulada, favorecendo as condições que levam ao orgasmo e melhoram a sensibilidade local.


"As técnicas são simples e podem ser feitas em casa. O mais importante é entender o movimento e a contração desejada, até conseguir, com muito treinamento, reproduzir essa contração do assoalho pélvico no dia a dia e durante o ato sexual", afirma Thaís. O Pilates é muito eficaz para incentivar a consciência corporal, mas entender o próprio corpo e saber contrair um determinado grupo muscular exige dedicação e concentração. Os resultados podem ser observados em pouco tempo.

"Toda mulher tem o direito de falar sobre sexo, já passamos da época de submissão e constrangimento para falar sobre o assunto. Liberdade sexual também é importante para a autoestima, portanto não podemos ter medo nem preguiça de investir no prazer e na saúde", conclui a fisioterapeuta.


Confira alguns exercícios indicados pela instrutora de Pilates do Levitas e que podem ser feitos em casa:

1.    Deite de costas, com joelhos flexionados e pés ligeiramente afastados. Se concentre na posição do quadril e assegure que esteja numa posição confortável, sem dor. Contraia o abdômen, sem mexer o tronco, levando o umbigo em direção do chão, encolhendo a barriga. Mantenha essa contração por 3 segundos e solte. Repita o movimento 4 vezes.

2.    Agora cole um joelho no outro, ainda flexionados. Empurre um contra o outro durante 3 segundos e solte. Repita essa contração 4 vezes para estimular a musculatura pélvica.

3.    É muito importante entender a contração que queremos aqui: mantenha a posição número 1 e se imagine prendendo o xixi. Pode parecer estranho, mas para a contração efetiva da musculatura genital, precisamos desse comando. Expire contraindo os músculos da vagina, conte até 30 e relaxe inspirando. Repita esse exercício 4 vezes.

4.    Partindo da posição número 1, articule o quadril (encostando a lombar completamente no chão), contraia glúteos e eleve o quadril devagar, desencostando as vértebras do chão até a altura dos ombros. Nessa posição ‘de ponte’, inspire abrindo os joelhos e expire fechando. Repita o movimento 4 vezes, partindo do chão para a posição de ponte.

5.    Para avançar o exercício anterior, coloque uma bola de plástico ou almofada entre os joelhos e aperte por 30 segundos. Repita 4 vezes. Se sentir dor ou desconforto, não repita mais o movimento.

Além dos exercícios básicos de fortalecimento pélvico, é possível estimular a flexibilidade da seguinte maneira: deite de costas, sola dos pés unidas com joelhos abertos. Mantenha nessa posição por 30 segundos, inspirando e expirando lentamente.

Fonte: MdeMulher

sexta-feira, 28 de junho de 2013

VOCÊ SABE O QUE É VAGINISMO? DESCUBRA E SAIBA COMO TRATAR


O vaginismo um tipo de dor sexual na qual a mulher não consegue abrir normalmente a vagina para a penetração de qualquer objeto, seja o pênis, um absorvente interno, um dedo, etc, e mesmo que a mulher deseje esta penetração. Cinco em cada cem mulheres sofrem algum grau de vaginismo, que é caracterizado quando a mulher nunca conseguiu ter uma penetração sem dor. Quando a mulher consegue ter penetração, mas a relação sexual é dolorosa, em algumas ou na maioria das vezes, acontece a chamada dispareunia (dor na relação sexual).

Sua característica principal é uma contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico (MAP), impossível de controlar, que acaba "fechando" a entrada do canal vaginal mesmo que a mulher esteja se esforçando para relaxar. Não está necessariamente relacionado à masturbação ou orgasmo: é comum mulheres com vaginismo se masturbarem, desde que sem penetração, inclusive alcançando o orgasmo normalmente.

O que causa o vaginismo?
Essa contração incontrolável da MAP vem da associação de medo e dor numa espécie de cliclo vicioso: o medo, normalmente inconsciente, faz a mulher contrair fortemente a MAP em momentos relacionados ao sexo, como por exemplo num momento de excitação sexual ou quando o parceiro tenta se aproximar. Esta contração, causada pelo medo, torna a tentativa de penetração dolorosa. A dor causa mais medo, que leva a mais contração, a mais dor e assim por diante.

Cerca de 5% das mulheres têm algum grau de vaginismo. Não existe uma causa geral, mas normalmente há um fundo emocional importante. Por exemplo, ele é comum em mulheres que sofreram algum tipo de abuso sexual, repressão da sexualidade (ser convencida de que sexo é algo errado ou vergonhoso) e naquelas que tiveram uma primeira relação sexual dolorosa ou traumatizante por algum motivo.

Acho que tenho vaginismo. O que fazer?
Primeiramente é importante identificar qual o tipo e o grau do vaginismo. Consulte um médico ginecologista para saber mais a respeito. O tipo primário acontece quando a mulher nunca conseguiu ter uma relação sexual com penetração. No secundário a mulher conseguia ter sexo normal até que, por algum motivo, algum trauma acabou ocasionando o vaginismo. Basicamente o tratamento para os dois tipos de vaginismo consiste em psicoterapia e fisioterapia especializada, com exerícios de conscientização e coordenação motora da musculatura do assoalho pélvico.

Tratamento psicológico
A contração incontrolada do vaginismo está quase sempre associada a algum problema emocional, quase sempre inconsciente. Isto significa que, na maioria dos casos, a mulher nem mesmo desconfia da existência desse problema psicológico. Para que o tratamento surta efeito é fundamental o acompanhamento de um profissional de psicologia que pesquisará a origem do problema. A partir daí, estar ciente do evento que desencadeou todo este processo é o primeiro passo para entendê-lo, enfrentá-lo e resolvê-lo.

Tratamento fisioterápico
A parte física do vaginismo pode apresentar componentes relacionados ao conhecimento corporal e consciência genital, à elasticidade da entrada do canal vaginal, bem como de incoordenação muscular - neste caso, da MAP e, em casos mais severos, das musculaturas das coxas, glúteos e adjacências. O tratamento vai depender, portanto, do grau observado em cada componente. Exercícios de auto-conscienteização e redescoberta da sexualidade pode ser úteis para a consciência da região genital. Exercícios específicos de contração e relaxamento da MAP são fundamentais tanto para a consciência da região genital quanto para a coordenação motora local. A massagem perineal pode ser útil nos trabalhos de dessensibilização e elasticidade da entrada do canal vaginal.

Fonte: Períneo.net

sexta-feira, 21 de junho de 2013

CONHEÇA AS CAUSAS DA IMPOTÊNCIA E AJUDE SEU PARCEIRO NO TRATAMENTO


Pode acontecer com qualquer casal. Existe a impotência eventual e a crônica. E as causas podem ser tanto psicológicas quanto físicas – nesse caso, ela é consequência de doenças ou medicamentos que reduzem o fluxo de sangue no pênis. Hoje, com vários remédios disponíveis, a impotência não precisa abalar a relação. Veja os conselhos de Kevin Leman, autor do livro Entre Lençóis (Ed. Mundo Cristão), e ajude seu amor.

Psicológicas

Se, com frequência, ele acorda com uma ereção, o problema dificilmente será físico. Pênis que amolece na hora da penetração costuma indicar ansiedade com o desempenho sexual ou insatisfação com o relacionamento.

O que fazer? Caso aconteça apenas às vezes, não deve virar motivo para preocupações. Lembre-se de que a encanação excessiva ajuda a bloquear o desejo, criando uma forma psicológica de impotência. Para evitar isso, busque maneiras de aquecer o sexo, tornando-o divertido e mais gostoso. E, se a situação ficar mais séria, sugira – com tato e carinho – o acompanhamento de um terapeuta.

Físicas

Quando é doença Com o passar dos anos, seu parceiro foi perdendo a habilidade de alcançar e manter a ereção? É bem provável que ele esteja enfrentando uma doença que precise de diagnóstico – hipertensão e diabetes encabeçam a lista de vilãs.

O que fazer? Convença-o a procurar um especialista para tratar o problema da melhor maneira possível.

Por envelhecimento

Níveis decrescentes de testosterona, hormônio masculino e o processo de envelhecimento também contribuem para isso.

O que fazer? Se a idade falar mais alto, conversem sobre a possibilidade de fazer checape. Um bom médico ajudará a excluir as causas por doença e vai ajudá-los prescrevendo um remédio.

Fonte: MdeMulher

sexta-feira, 14 de junho de 2013

PESQUISA REVELA QUE OS HOMENS FALAM MAIS DE SEUS PROBLEMAS SEXUAIS


Ao contrário do que diz a crença popular, os homens têm menos vergonha do que as mulheres em falar de seus problemas sexuais com os médicos. Segundo uma pesquisa conduzida com dois mil adultos no Reino Unido, 71% das mulheres não conseguem falar sobre dificuldades íntimas, contra apenas 54% dos homens.

O estudo, foi conduzido pelo site de consultas médicas online “Pharmacy2U” e divulgado pelo site "Female First". 

Apesar da confiança masculina em procurar ajuda, porém, o número de consultas sobre impotência cresceu 23% no site e é o tópico mais procurado. 

"É interessante que os homens estão dizendo uma coisa e fazendo outra. De um lado ele dizem que não estão muito embaraçados em ver um doutor face a dace, enquanto do outro um número cada vez maior está consultando nosso serviço online", analisou o médico diretor do "Pharmacy2U", Nitin Shori.

Fonte: Viva Bem

sexta-feira, 7 de junho de 2013

REGRAS DE CONVIVÊNCIA PARA CASAIS VIVEREM BEM O RELACIONAMENTO


Então você descobre a vida real, na qual nem tudo são drinques e sexo selvagem. Vocês dormem todos os dias de conchinha, delícia! Mas também precisam discutir sobre as contas da casa e ir ao supermercado. A convivência tem seus problemas. “É por esse motivo que existem regras de sobrevivência no casamento. E a mais importante é o compromisso”, diz a terapeuta de casais britânica Trina Dolenz, do reality show americano Tool Academy, que melhora a convivência entre casais. Algumas regrinhas ninguém lembra de nos contar no altar— e a gente só descobre lá pelo quinto ano de convivência.

Não desenterrem brigas antigas
O que aconteceu no passado fica... no passado! E o melhor jeito de fazer isso é resolvendo os problemas quando eles acontecem. No presente. Você pode e deve falar o que incomoda, mas sem fazer a louca, assim. Fique atenta também às críticas excessivas, ao desrespeito (usar adjetivos como burro, gordo etc.), ficar sempre na defensiva (tentar justificar seus comportamentos, mesmo quando você está errada) e não dar a mínima para o outro.

Contem quando tiverem contato com algum ex
Um pedido de amizade no Facebook feito pelo colega de trabalho que paquera você ou um encontro com o ex no shopping parecem tão inofensivos que nem vale a pena contar. Mas esconder pode causar um climão. Apenas aja com naturalidade. Tente assim: “recebi um cutucão de um colega sem noção do escritório, mas ignorei”. Ou “encontrei meu ex no shopping hoje. Ele parecia bem feliz!”

Não carregue o outro nas costas
Você nem pede mais para seu marido ajudar a planejar a viagem de férias. Ele nunca checa a validade do passaporte e você acaba fazendo o trabalho (e brigando com ele). E isso vale para a planilha de gastos dele (já que você é mais controlada). Quando percebe, está fazendo tudo sozinha... e morrendo de raiva. A culpa é sua, que decidiu dar uma de mulher maravilha e acabou sobrecarregada. Pare já! Se for muito complicado deixar as obrigações na mão do gato, tente uma troca: “Eu cuido da casa e você do cachorro”.

Protejam o relacionamento
O gato merece sua confiança e respeito. Você pode e deve desabafar com alguém em quem confia. Apenas tome o cuidado de filtrar as palavras. Sua amiga vai concordar que ele “não presta”. E fica chato para todo mundo quando vocês fizerem as pazes. Se não tem certeza de que ele traiu você, não espalhe isso para sua família. Antes de acusar o outro, conversem. A confiança anda juntinho com o compromisso, sabia?

Escolham pelo que faz sentido brigar
Vale mesmo a pena armar um barraco toda vez que ele joga videogame ou deixa a toalha molhada em cima da cama? Pense em quais hábitos do gato são insuportáveis e com os que você pode conviver. Então explique (com educação) por que certas coisas a irritam tanto

Não divulguem a vida de vocês no Facebook
Você tem o direito de não estar a fim de compartilhar com toda a timeline dele o papo de vocês durante o almoço. E ele pode não querer ser marcado na foto constrangedora das férias. Os dois precisam respeitar. Por isso, vale a pena definir alguns limites. Frases, fotos e qualquer outra coisa sobre a intimidade do casal devem ser conversados antes de parar na internet. Ah! Nem pense em desabafar sobre a briga da noite passada. Lavar roupa suja em público é a receita perfeita para piorar as coisas. E deixar vocês com fama de casal indiscreto.

Fonte: MdeMulher

sexta-feira, 31 de maio de 2013

ANDA SEM DESEJO SEXUAL? SAIBA PORQUE E COMO REENCONTRAR SUA LIBIDO


Sobrecarga de trabalho, milhões de obrigações familiares e sociais, demandas urgentes com os filhos, rotina enfadonha no relacionamento estável e crises de insatisfação com o próprio corpo – que parece muito distante do modelo de beleza talhado a bisturi e malhação. Com tudo isso, não é de se estranhar que muitas mulheres coloquem o sexo em segundo plano. Ou melhor, em oitavo. É essa sua posição no ranking dos ingredientes que garantem às brasileiras qualidade de vida, de acordo com uma pesquisa realizada em dez capitais do país e coordenada pela psiquiatra Carmita Abdo, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. E os fatores acima são algumas das justificativas citadas para o descaso. Mas a causa pode estar também ligada a questões de saúde, como anemia, diabetes, hipotireoidismo e transtornos de ansiedade, às vezes acompanhados de uso excessivo de álcool e drogas.

O fato é que o sexo acaba fora do cardápio de bem-estar e felicidade. No livro Descobrimento Sexual do Brasil – Para Curiosos e Estudiosos (Summus Editorial), Carmita observa que 27% das mulheres enfrentam a falta de desejo sexual persistente. A situação atinge especialmente as faixas etárias de 18 a 25 anos e acima dos 40. Elas não conseguem se excitar, não relaxam, travam... E preferem evitar a cama. A expert diz que dá para reverter o quadro. O primeiro passo é sair da inércia e investigar as causas – que podem ser físicas ou emocionais. Só com um diagnóstico mais preciso é possível traçar uma estratégia de regaste da vontade e do prazer.

Remédios e hormônios
Quem tem depressão, que está no enredo de 40% dos casos de desejo frágil, deve conversar com o médico sobre remédios. Antidepressivos atuam no sistema límbico, o responsável pelo controle das emoções, e diminuem a libido. A dose pode ser reajustada ou a droga substituída por uma mais adequada. A desvenlafaxina regula de forma mais natural os neurotransmissores serotonina e noradrenalina sem interferir no sexo. A agomelatina e a bupropiona são também alternativas encontradas no mercado. Outro ponto a investigar é a dosagem das substâncias químicas do organismo que influenciam o desejo sexual. A testosterona, hormônio masculino ligado à produção da libido e presente na mulher, aumenta no meio do ciclo menstrual e faz crescer a vontade de ir para a cama acompanhada. O estrógeno, hormônio feminino que determina as curvas, é o combustível do sexo. Em baixa concentração após a ovulação e o parto e na menopausa, tende a deixar a mulher sem excitação e com a vagina ressecada. No período fértil, quando ela está pronta para engravidar, seu nível elevado joga o desejo lá em cima. Já a progesterona fica em alta no fim do ciclo, reduzindo o desejo para que, em tese, o corpo feminino priorize a gestação. Exames para avaliar os níveis hormonais identificam desajustes e o médico pode orientar como corrigi-los.

A reposição hormonal – apesar das polêmicas que a relacionam ao câncer – ajuda a recuperar a libido. Em alguns países, são ministrados adesivos de testosterona, mas, no Brasil, o método é controverso. “O uso está liberado só para mulheres que retiraram os ovários e para depois da menopausa”, diz Carmita. Na batalha, ainda não dá para contar com o “Viagra da mulher”: assim conhecido, o remédio Flibanserin, do laboratório Boehringer Ingelheim, caiu em desgraça antes mesmo de aparecer nas farmácias, pois o FDA, órgão que regulamenta os medicamentos nos Estados Unidos, atestou sua ineficácia. “Outros estudos têm sido realizados com o objetivo de chegar a drogas que atuem no sistema nervoso central para melhorar a energia sexual feminina”, afirma a psiquiatra. A dor no ato sexual (dispareunia) e a contração involuntária dos músculos da vagina (vaginismo) também podem levar a repelir o sexo. “Algumas mulheres com problema têm o tônus muscular tão aumentado que não conseguem introduzir sequer um absorvente, porque dói”, diz a fisioterapeuta e doutora em urologia Mirian Kracochansky, de São Paulo. Em sessões de fisioterapia, exercícios de relaxamento ou de fortalecimento, conforme o caso, combatem o problema e ainda devolvem a lubrificação da área.

Quando o físico está em dia, o olhar recai sobre as emoções. Vibradores e lingeries não fazem efeito se o obstáculo estiver na cabeça. Se uma mulher viveu abuso na infância ou qualquer situação traumática na cama ao longo da vida, muito provavelmente vai reprimir seu desejo. Outras se retraem diante de um parceiro autocentrado ou que não as deseja com a intensidade que elas idealizam. E há o freio da educação. Meninas são criadas para pensar no prazer do outro. As mães nunca ensinam que gozar é um direito delas. Em geral, é caso de recorrer à psicoterapia, que permite rever experiências dolorosas e derrubar tabus.

Descomplicar e aproveitar
E quando se apaga a chama em um casamento que era bom e se desgastou? Nesse caso, a criação de oportunidades para reaproximar os dois costuma reacender o fogo. A meta deverá ser conhecer de novo o parceiro. Com tempo, um pode se tornar quase um estranho para o outro. Boas conversas em um ambiente diferente e programas prazerosos a dois são recomendados. Mulheres querem transar com o homem que admiram. A psicóloga Carla Zeglio, diretora do Instituto Paulista de Sexualidade, em São Paulo, lembra que a relação amadurece e as rugas aparecem, mas cada um mantém as mesmas qualidades que atraíram e fizeram com que o casal se formasse. A dica: “Se levar isso em conta, a história que parecia fracassada se transformará em algo novo.” E a paixão renascida é garantia de vontade e excitação. “Aí a mulher pode estar com dor de cabeça, cansada, no pós-parto, na menopausa, e nada a impedirá de querer e ter prazer na cama.” Basta não se guiar pelas imagens romantizadas da mídia, que prega a perfeição mostrando noites caras, com velas, bebidas finas e jeito de maratona erótica. “Complicar tanto só deixa o sexo mais distante e inacessível. Quando a gente parar de tratá-lo como uma coisa extracotidiana, as queixas de falta de desejo serão mais raras.”

Fonte: Claudia