quarta-feira, 3 de julho de 2013

CONFIRA O DEPOIMENTO DE UMA PACIENTE QUE VENCEU O VAGINISMO


Este é um depoimento de uma ex-paciente, ex-vagínica, e hoje uma mulher muito feliz e realizada! Espero inspirá-las a procurar o tratamento e a cura que tanto desejam…

“Olá pessoal, tenho 28 anos e sofri muitos anos com o vaginismo, muitos deles sem saber o que se passava comigo, o que eu tinha. Comecei a namorar e após uns 2 anos de namoro fomos tentar nossa primeira relação sexual, porém a dor que senti foi imensa e não consegui deixa-lo ir até o fim. Achamos que isso havia se dado devido eu ser virgem e estar com um pouco de medo. O meu namorado foi muito paciente comigo, tentamos por diversas vezes, mas sem sucesso, nós tínhamos as preliminares, eu sentia desejo, mas não conseguíamos a penetração  pois era só ele encostar na minha vagina e eu sentia dor, muita dor. Meu namorado era super paciente comigo e  decidimos então deixar para concretizar nossa primeira relação sexual depois que nos casássemos. Algum tempo se passou e marcamos o casamento, os preparativos tomaram muito tempo de nossas vidas, estávamos muito felizes e ansiosos e em Fevereiro de 2009 nos casamos. E foi aí que minha vida virou de pernas para o ar.

Nos primeiros seis meses de casamento tentamos de tudo para conseguirmos ter relação sexual, mas na hora que ele ia fazer a penetração eu travava e pedia para que parasse com tudo. Comecei então uma peregrinação por médicos ginecologistas para descobrir o que eu tinha, no total foram 10 entre  homens e mulheres. Todos diziam a mesma coisa: eu não tinha nada, que era só pra relaxar e usar um lubrificante. Eu me sentia totalmente perdida, desesperada e sozinha, pois além de tudo tinha vergonha de falar para alguém o que estava acontecendo comigo, a única pessoa que sabia era minha mãe. O tempo foi passando e uma crise enorme se instalou no meu casamento, toda a paciência do meu marido já havia se esgotado e ele não entendia o que acontecia, já que os médicos me falavam que eu não tinha nada. Atrás de mais um médico achei uma ginecologista que também era sexóloga e marquei uma consulta, ao explicar à ela tudo o que se passava comigo ela me disse que eu tinha VAGINISMO. Essa foi a primeira vez que tomei contato com essa palavra, ou seja, um ano e meio depois que me casei, ela me disse que isso se dava por algum bloqueio psicológico e me encaminhou para um tratamento com o psicólogo. Comecei a passar com uma psicóloga, mas não me adaptei a ela, pois não me sentia a vontade com aquela pessoa, procurei uma outra psicóloga e fiz um tratamento de 1 ano com ela, porém sem sucesso algum. Ela queria que eu puxasse na minha memória de todo jeito algo que teriam feito comigo para que eu tivesse criado esse bloqueio e eu não conseguia me lembrar de nada significativo, aí na minha última sessão ela simplesmente me disse que era melhor que eu deixasse o meu marido, pois eu estava acabando com a vida dele. Isso foi um balde de água fria em cima de mim, o meu casamento já estava prestes a acabar, eu estava ali me tratando para procurar uma forma de salvá-lo e ela me fala isso… Nunca mais voltei lá!!!!

O meu casamento estava praticamente afundado, meu marido estava muito distante, mal conversávamos e ele me desprezava muito, se tornou um homem muito frio. E eu vivia chorando pelos cantos, não tinha ânimo para fazer nada, não tinha vontade nem de colocar a cara na rua, entrei em depressão. Um dia estava assistindo um programa de televisão e vi uma reportagem que estava abordando este assunto e nela foi dito que existia fisioterapia para esses casos, o programa indicou o Hospital São Paulo como referência de tratamento fisioterápico. Como estava muito desesperada decidi que não iria esperar por este hospital, pois teria que entrar na fila de espera e aguardar a chamada, vasculhei a internet atrás de um fisioterapeuta particular que trabalhasse com isso, pois não é qualquer um que atende casos como esse,  é muito difícil de achar. Em minhas pesquisas encontrei o site da Drª Lívia Frulani, mandei um e-mail para ela e fiquei aguardando que entrasse em contato comigo.

Uma semana depois disso descobri que meu marido estava com outra mulher e o meu casamento acabou, mandei ele embora de casa, depois de quase 3 anos de casamento. Foi muito difícil pra mim, pois ainda o amava muito e me sentia culpada por ter acabado, pelo meu sonho de construir uma linda família ao lado dele ter desmoronado, por ele ter procurado outra mulher, eu sabia que mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer, pois a situação era muito complicada e ele era homem, creio que ele conseguiu segurar muito tempo.

Como tudo aconteceu no final de ano, mais ou menos um mês depois consegui passar pela primeira vez com a Drª Lívia e a partir daí a minha vida começou a mudar!!! No início foi muito difícil, eu sentia muitas dores com os exercícios propostos por ela e estava também muito abalada psicologicamente. Porém, aos poucos esse quadro foi melhorando consideravelmente e consegui enxergar alguns avanços, ela conversava muito comigo sobre o que estava acontecendo em minha vida e tudo isso foi me ajudando muito, eu fui me reerguendo do grande tombo que havia tomado, as feridas em meu coração foram cicatrizando e fui recuperando minha auto estima aos poucos que encontrava-se destruída. De vez em quando meu marido me mandava alguns torpedos, sentia que ele estava arrependido do que tinha feito e fui contando a ele que finalmente havia encontrado um tratamento que iria me curar!!! Depois de 3 meses de separação ele começou a vir atrás para que voltássemos, porém, decidi dar um gelo legal nele para que sentisse na pele um pouquinho, pois passei momentos muito difíceis ao lado dele por não conseguirmos ter relação sexual. Saí do casamento destruída, sem auto estima alguma, ele me feriu muito com palavras e muitas delas ficavam ainda ecoando em minha mente e me machucando.

Após 5 meses de separação resolvi dar uma última chance para o meu casamento. Me lembro até hoje como a Lívia ficou feliz quando contei à ela que havia voltado com meu marido. Quando voltamos meu tratamento se tornou muito mais fácil, pois ele foi me ajudando por alguns meses com os exercícios  que a Lívia me passava para realizar em casa. No dia que consegui ter minha primeira penetração me emocionei muito e até chorei, agradeci muito a Deus por estar transformando a minha vida e o meu casamento, e a felicidade da Lívia ao saber disso foi maior ainda, nunca vou me esquecer do dia que contei isso pra ela e que ela vibrou junto comigo.

Após 9 meses de tratamento em Setembro de 2012 ela me deu alta, pois já estava praticamente curada, era só conseguir continuar controlando o meu corpo. Hoje estou muito feliz com meu marido como nunca estive antes, conseguimos superar toda a crise que tivemos, conseguimos ter relação sexual normalmente como qualquer casal, nossos sonhos se reacenderam e nosso próximo passo em breve será termos um bebê.

E vocês mulheres que sofrem com o Vaginismo não se escondam, não se inibam, procure ajuda, pois a partir do momento que verem que tudo o que estão passando pode ter um fim a vida de vocês se transformará”.

Fonte: Livia Furlani

terça-feira, 2 de julho de 2013

ORGANIZAR UMA COLEÇÃO AJUDA A FAZER AMIGOS E AINDA ALIVIA O ESTRESSE


O comerciante Leandro Couto Nascimento de Barueri, na Grande São Paulo, coleciona tudo relacionado ao Batman, herói dos quadrinhos. De carrinhos no formato do Batmóvel a fitas VHS: já são mais de cinco mil peças catalogadas até agora. A paixão pelo personagem surgiu na infância. Nessa época, Nascimento se divertia com o seriado de TV dos anos 1960 sobre Bruce Wayne. E foi reacesa na metade da década de 1980, quando o quadrinista americano Frank Miller lançou "O Cavaleiro das Trevas". "Daí, comecei a comprar gibis, canetas, relógios, camisetas...", recorda. "O hábito pode funcionar como uma porta de entrada para novos relacionamentos", explica a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da ISMA-Brasil, entidade internacional dedicada ao estudo do estresse.


A bancária Flávia Romanha, 37, de São Paulo, que coleciona papéis de carta desde os 10 anos, é um exemplo: "Conheci quatro amigas, que são muito íntimas, em um evento que reúne colecionadoras duas vezes por ano". Ela, que tem 40 mil papéis de carta guardados em 140 pastas pretas, é a organizadora do encontro. Em muitas situações, esses grupos podem fornecer algum tipo de apoio emocional para seus integrantes, diz a psicóloga Ana Maria Rossi.


E o hobby também é uma forma de aliviar as tensões cotidianas, porque possibilita um distanciamento delas. "Procurar itens para minha coleção foi uma válvula de escape quando estava com problemas no casamento", afirma o comerciante Leandro Couto Nascimento, hoje divorciado. Mas esse tipo de atividade pode se tornar uma fonte de distração se o indivíduo se concentrar somente nela. Moderação, portanto, é sempre bem-vinda.

Mais um ponto a favor para quem curte fazer coleções: elas facilitam o aprendizado. "Quando uma criança coleciona algo, acaba fazendo uma categorização, que dá origem à noção de quantidade e de números", explica a pedagoga Maria Angela Barbato Carneiro, da PUC de São Paulo.  Além disso, o hobby favorece  a assimilação da história e amplia o conhecimento sobre o planeta. E isso é válido para crianças e adultos.

É que o colecionador se depara com dados como a época na qual o objeto de desejo foi produzido, seu país ou região de origem e por aí vai. A aprendizagem da língua nativa ou de estrangeiras é outra beneficiada. "Conheço crianças que se alfabetizaram com álbuns de figurinhas de futebol", conta Barbato. Ao ver a foto e o nome do ídolo estampados ali, há uma associação da imagem à palavra, que é memorizada e mais facilmente identificada em outros textos. Não à toa, os donos de coleção acabam se tornando especialistas no assunto de seu interesse. "Um colecionador de selos fica a par de técnicas para saber se houve adulteração", exemplifica a psicóloga Ana Maria Rossi.

Fonte: Uol

segunda-feira, 1 de julho de 2013

GASTRITE: ALIMENTOS QUE PODEM SER CONSUMIDOS QUE VOCÊ DEVE EVITAR


Queimação e dor de estômago são as principais queixas de quem sofre com essa inflamação da mucosa estomacal. O desconforto esporádico, porém, não é suficiente para o veredicto de gastrite. Só vale a pena marcar uma consulta médica quando ele dura mais de duas semanas. Para o diagnóstico o especialista pedirá uma endoscopia. As imagens obtidas no exame revelarão se o indivíduo tem um dos dois tipos mais comuns da doença, a aguda, provocada pelo consumo abusivo de álcool ou de remédios, por exemplo, ou a crônica, que tem como causas principais o estresse constante, o cigarro e o café.

Uma bactéria, a Helicobacter pylori, também pode estar por trás do mal. "De qualquer forma, a dieta precisa sofrer mudanças", avisa o gastrenterologista Orlando Ambrogini Júnior, da Universidade Federal de São Paulo, Unifesp. "Alimentos ácidos, gorduras, cafeína e álcool devem ser banidos." Os remédios só entram em cena se, apesar das alterações no cardápio, a dor não for embora.


Alguns alimentos por si só não causam a gastrite, mas ajudam a botar mais lenha na fogueira e a espalhar a queimação no estômago.
  • Bebida alcoólica: O consumo exagerado de álcool irrita a mucosa estomacal.
  • Café: Goles além da conta facilitam o refluxo do suco gástrico, criando outro foco de incêndio.
  • Derivados de tomate, como o Extrato: São produtos com alto teor de acidez e agridem um estômago mais sensível.
  • Refrigerantes: Ácidos e cheios de gás, eles podem magoar as paredes do estômago e provocar desconfortos.
  • Doces: A alta concentração de açúcar é culpada por deflagrar o queima-queima no órgão.
  • Adoçante: Os aditivos químicos presentes no aspartame também estão por trás daquela baita irritação estomacal.


Para apagar o fogaréu, conte com estas opções à mesa.
  • Gelatina: Ela dificulta a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e intestino, aplacando a inflamação.
  • Pão integral: Ele ajuda a controlar os níveis de ácido clorídrico, que contribui para acender a fogueira no estômago.
  • Batata: É outra que ajuda a aplacar o processo inflamatório.
  • Ovos: São fonte de zinco, que repara os estragos detonados na parede do estômago.
Fonte: Saúde

domingo, 30 de junho de 2013

DESCUBRA O QUE SUA AUTOIMAGEM DIZ AS PESSOAS SOBRE VOCÊ


Você só queria ajudar e acaba sendo intrometido. Tenta descontrair, mas cria um climão. Se suas intenções são boas, mas os resultados não são, pode ser um problema de autoimagem distorcida. Cada um tem uma percepção de si que orienta o jeito como lida com os outros. "Desde pequeno, você age de um modo e é criticado. Age de outro, e acham graça. Assim, vai criando estratégias para se relacionar", diz a psicóloga Daniela Carneiro, de Minas Gerais. Mas, às vezes, características que são positivas para uns assumem um sentido negativo para outros. "Quem tem família onde todos gritam aprende a gritar para se impor, mas pode repetir isso onde é inadequado", diz a consultora de imagem Patrícia Tucci, autora do livro Qual É a sua Imagem? 

Primeira Impressão
Sabe aquela sensação estranha de ouvir sua voz gravada ou se ver em um vídeo? Acontece com bastante gente: é que construímos nossa autoimagem levando muito em conta nossos pensamentos - e deixando tom de voz, gestos e expressões faciais em segundo plano. Por outro lado, esses elementos pesam bastante na imagem que os outros constroem de nós. A primeira impressão que temos de uma pessoa, formada nos primeiros minutos em que a conhecemos, é 55% composta por sua aparência e linguagem corporal, 38% pelo tom de voz e apenas 7% pelo conteúdo dito - segundo uma pesquisa da Universidade da Califórnia. "No longo prazo, o que sustenta a imagem é o conteúdo, mas pode levar tempo para reverter uma má impressão", diz a consultora de imagem Patrícia Tucci. Tente perguntar a amigos próximos qual foi a primeira impressão que tiveram de você e fique atenta aos pontos que considerar incômodos.

Modesto ou coitadinho?
Você se acha... O tipo que prefere não criar expectativas para não se decepcionar. Evita ser egocêntrico: não sai por aí contando vantagem e, ao ouvir os problemas dos amigos, se solidariza e divide os seus com eles.
Mas pode parecer... Uma pessoa sem iniciativa, que se faz sempre de vítima e que não tem nenhuma qualidade ou valor. O que você chama de realismo pode ser visto como pessimismo 
O que pode mudar? Valorize e conte aos outros suas vitórias. Aceite elogios, sem rebatê-los imediatamente com alguma autocrítica. Ao ouvir um desabafo, evite se identificar e reforçar o lado negativo da história 

Extrovertido ou inconveniente?
Você se acha... Ótimo para quebrar o gelo e bom de timing para contornar situações constrangedoras. Tem certeza de que a admiram por se dar bem com todos e por conseguir conversar sobre qualquer assunto. 
Mas pode parecer... Que você é totalmente invasiva! Muita gente não gosta de intimidade demais. Além disso, há momentos que são tensos ou embaraçosos de verdade - e nem sempre é adequado tentar aliviá-los fazendo piadinha ou mudando de assunto.
O que pode mudar?- Observe se as pessoas estão entediadas ou desconfortáveis enquanto você fala. Demonstre interesse pelo que o outro tem a falar e ouça-o sem interromper. Ao escutar alguém, evite expressões ou tiques que demonstrem impaciência

Sincero ou mal-educada?
Você se acha... Capaz de falar tudo "na cara". Defende que dizer a verdade ajuda o outro a enxergar melhor os problemas e a crescer a partir disso. E que amigo que é amigo não fica consolando e escondendo a realidade, mas sempre abre o jogo.
Mas pode parecer... Insensível e grosseiro. Em geral, as pessoas conhecem muitos de seus defeitos e pontos fracos; não é preciso lembrá-las disso o tempo todo.
Pense bem: você tem mesmo intimidade com aquela pessoa? O momento é adequado para sair dizendo suas verdades? Passe a observar quem é mais sensível e costuma se magoar com seu jeitão franco. Uma vez basta! As pessoas se lembram da sua opinião contundente. Não precisa repeti-la 

Autoconfiante ou arrogante?
Você se acha... Uma pessoa competente, determinada e que não teme desafios. Como acredita muito no seu potencial, não gosta de perder tempo resolvendo um problema.
Mas pode parecer... Que você não está nem aí para a opinião dos outros. E que só conhece um jeito certo de fazer as coisas: o seu. Espírito de liderança é positivo, mas até as pessoas inseguras gostam de ser ouvidas e participar 
Confiante sem arrogância- Dê tempo para o outro refletir, se manifestar e, quem sabe, até discordar de você. Ao criticar alguém, seja sutil nas palavras e no tom e não faça isso em público ou estressada. Ninguém precisa ouvir "eu avisei!" ao levar um fora. Segure a necessidade de se autoafirmar.

Veja mais clicando no link

Fonte: MdeMulher

sábado, 29 de junho de 2013

VEJA QUAIS ALIMENTOS QUE ALIADOS A DIETA COMBATEM O ESTRESSE


Quando o extremo cansaço chega, muitos dos nutrientes que botam nosso corpo para funcionar vão embora. Daí a importância de não se descuidar da alimentação em períodos estafantes. Por mais que pareça difícil e é, não pule nenhuma refeição, mantenha horários saudáveis e encha o prato de alimentos ricos em vitaminas e minerais. De sobremesa, relaxe tanto quanto for possível. 

Cardápio contra a fadiga 
Espante o desânimo de manhã com uma tigela de cereais e leite. Os primeiros fornecem boas doses de energia e ajudam o intestino a funcionar melhor. Já o leite e seus derivados possuem um aminoácido, o triptofano, que funciona como matéria-prima de outra substância, a serotonina, que controla o humor. O ferro das carnes vermelhas participa do transporte de oxigênio nas células. Sem ele vêm o cansaço, o desânimo e a indisposição. Acrescente também o selênio das castanhas-dopará e a vitamina C das frutas cítricas ao menu. Eles têm ação antioxidante e varrem para longe os efeitos nefastos do cansaço. Se quiser manter o pique, leve para a mesa as vitaminas do complexo B. Sua falta está relacionada à apatia. 

Mais opções

  • Alface: controla o nervosismo 
  • Queijo e uva: contra a cara feia, formam uma dupla e tanto — ele é rico em triptofano ela fornece carboidratos 
  • Maçã e maracujá: ajudam a combater a ansiedade 
  • Abacate: também é uma fonte de triptofano, que participa da produção da serotonina, uma aliada do bom humor 
  • Pimentão: contém vitamina C, bem-vinda contra o estresse. 

Alerta 
A palavra de ordem é relaxar e convencer o corpo de que os perigos para os quais ele se preparou não existem. Há alimentos que, nessa hora, só atrapalham. Evite o café e o chocolate, que são ricos em cafeína e estimulam o sistema nervoso central. Por fim, fique bem distante dos excessos de sal, gordura e açúcar. 

Dica 
Faça pausas frequentes no trabalho, mantenha horários regulares para dormir e comer. e, claro, pratique exercícios físicos

Fonte: Saúde

sexta-feira, 28 de junho de 2013

VOCÊ SABE O QUE É VAGINISMO? DESCUBRA E SAIBA COMO TRATAR


O vaginismo um tipo de dor sexual na qual a mulher não consegue abrir normalmente a vagina para a penetração de qualquer objeto, seja o pênis, um absorvente interno, um dedo, etc, e mesmo que a mulher deseje esta penetração. Cinco em cada cem mulheres sofrem algum grau de vaginismo, que é caracterizado quando a mulher nunca conseguiu ter uma penetração sem dor. Quando a mulher consegue ter penetração, mas a relação sexual é dolorosa, em algumas ou na maioria das vezes, acontece a chamada dispareunia (dor na relação sexual).

Sua característica principal é uma contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico (MAP), impossível de controlar, que acaba "fechando" a entrada do canal vaginal mesmo que a mulher esteja se esforçando para relaxar. Não está necessariamente relacionado à masturbação ou orgasmo: é comum mulheres com vaginismo se masturbarem, desde que sem penetração, inclusive alcançando o orgasmo normalmente.

O que causa o vaginismo?
Essa contração incontrolável da MAP vem da associação de medo e dor numa espécie de cliclo vicioso: o medo, normalmente inconsciente, faz a mulher contrair fortemente a MAP em momentos relacionados ao sexo, como por exemplo num momento de excitação sexual ou quando o parceiro tenta se aproximar. Esta contração, causada pelo medo, torna a tentativa de penetração dolorosa. A dor causa mais medo, que leva a mais contração, a mais dor e assim por diante.

Cerca de 5% das mulheres têm algum grau de vaginismo. Não existe uma causa geral, mas normalmente há um fundo emocional importante. Por exemplo, ele é comum em mulheres que sofreram algum tipo de abuso sexual, repressão da sexualidade (ser convencida de que sexo é algo errado ou vergonhoso) e naquelas que tiveram uma primeira relação sexual dolorosa ou traumatizante por algum motivo.

Acho que tenho vaginismo. O que fazer?
Primeiramente é importante identificar qual o tipo e o grau do vaginismo. Consulte um médico ginecologista para saber mais a respeito. O tipo primário acontece quando a mulher nunca conseguiu ter uma relação sexual com penetração. No secundário a mulher conseguia ter sexo normal até que, por algum motivo, algum trauma acabou ocasionando o vaginismo. Basicamente o tratamento para os dois tipos de vaginismo consiste em psicoterapia e fisioterapia especializada, com exerícios de conscientização e coordenação motora da musculatura do assoalho pélvico.

Tratamento psicológico
A contração incontrolada do vaginismo está quase sempre associada a algum problema emocional, quase sempre inconsciente. Isto significa que, na maioria dos casos, a mulher nem mesmo desconfia da existência desse problema psicológico. Para que o tratamento surta efeito é fundamental o acompanhamento de um profissional de psicologia que pesquisará a origem do problema. A partir daí, estar ciente do evento que desencadeou todo este processo é o primeiro passo para entendê-lo, enfrentá-lo e resolvê-lo.

Tratamento fisioterápico
A parte física do vaginismo pode apresentar componentes relacionados ao conhecimento corporal e consciência genital, à elasticidade da entrada do canal vaginal, bem como de incoordenação muscular - neste caso, da MAP e, em casos mais severos, das musculaturas das coxas, glúteos e adjacências. O tratamento vai depender, portanto, do grau observado em cada componente. Exercícios de auto-conscienteização e redescoberta da sexualidade pode ser úteis para a consciência da região genital. Exercícios específicos de contração e relaxamento da MAP são fundamentais tanto para a consciência da região genital quanto para a coordenação motora local. A massagem perineal pode ser útil nos trabalhos de dessensibilização e elasticidade da entrada do canal vaginal.

Fonte: Períneo.net

quinta-feira, 27 de junho de 2013

ESTRIAS NA GRAVIDEZ: VEJA COMO PREVENIR OU AMENIZAR OS EFEITOS


Chega a época da gravidez e eis que surgem vilões para atormentar a vida da mamãe: as estrias. São temidas pela grande maioria das futuras mamães e se instalam principalmente na região abdominal e dos seios. O bom é saber que tem como reduzir ou até prevenir o aparecimento das estrias, desde que haja cuidados na pele antes, durante e depois da gestação. As estrias, explica a fisioterapeuta Renata Silvestrin, são cicatrizes ocasionadas pelo rompimento das fibras elásticas e de colágeno geradas por estiramento excessivo ou rápido da pele e por mudanças hormonais que acontecem durante a gravidez.

Mulheres que tem mães ou avós com estrias ou que tiveram durante a gravidez estão mais propensas ao aparecimento dessas pequenas cicatrizes. O estiramento excessivo ou rápido da pele pode ocorrer durante a gravidez com um grande aumento de peso e esse é o motivo principal do aparecimento das estrias, principalmente aliado com o fator hereditário. "Com o rompimento das fibras, o sangue inunda a região, formando uma pequena cicatriz avermelhada e com o passar do tempo se tornam mais claras e mais difíceis de serem tratadas", conta Renata Silvestrin.

Cuide bem da pele e controle o peso 
A pele tem que estar hidratada para que as fibras de colágeno e elastina agüentem a pressão que o crescimento da pele faz durante a gravidez, principalmente na região da barriga e seios. Produtos que contenham em sua fórmula uréia (máximo 3%), lactato de amônia, colágeno, elastina, vitamina E e óleos vegetais são recomendados antes da gravidez e durante a gravidez. Mulheres com predisposição ao aparecimento das estrias podem diminuir o rompimento das fibras, mas dificilmente irá evitá-las totalmente. As que não têm esse histórico podem até se privar da convivência com essas cicatrizes.

Durante a gravidez, o ideal é engordar somente o recomendado, isto é, até 12 quilos durante os nove meses para evitar o excessivo estiramento da pele. O uso dos hidrantes deve continuar ou ser começado assim que souber da gravidez pelo menos duas vezes por dia, de manhã e à noite. Cuidado ao utilizar o hidrante nos seios: a região dos mamilos deve ser evitada, pois estão se preparando para a amamentação e o uso do hidratante pode deixá-los com a pele mais fina e sensível podendo ser causa das rachaduras durante a sucção do bebê quando nascer.

"Nutrindo e hidratando a pele antes e depois da gravidez e não engordando demais durante a gestação são atitudes essenciais para alguns tratamentos em clínicas estéticas e dermatológicas pós-gravidez e até pós-amamentação que podem melhorar e muito o aspecto das estrias que aparecerem durante o período da gestação", informa a fisioterapeuta. Os tratamentos devem ser indicados por profissionais especializados e a maior parte deles só poderá ser realizado após o período de amamentação. O objetivo é estimular a produção de novas fibras de colágeno e elastina na região das estrias deixando-as mais finas e menos aparentes.

Escolha boas roupas - As roupas íntimas devem ser confortáveis, ajudando na prevenção das estrias. Os sutiãs devem ser reforçados, suportando o crescimento e o peso que aumentam significativamente durante a gestação.

Fonte: Guia do bebê